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Mãe pede ajuda para pagar tratamento de filha deficiente visual, em Central/BA


Meu nome é Irene Selma da Silva Brito, sou mãe de Maria Eduarda, de 9 anos.  Ela é deficiente visual, faz tratamento desde 2010. Por falta de atendimento rápido, o quadro dela foi se agravando aos 4 meses de vida.

Por falta de transporte da prefeitura municipal de central, ela foi perdendo os atendimentos sem Salvador no Hospital Instituto do Cego e Hospital das Clínicas, onde ela fazia mapeamento de retina de ano em ano, que também parou, e hoje só piorou a situação.

Ela tem atendimento na sala de recurso em Irecê, porque em Central não tem, e nem o transporte de Central para Irecê, a prefeitura municipal de central nunca deu.

Nem com esse documento em minhas mãos, […]  eles fornecem o transporte (sic), tenho que pagar do salário dela, (sic), que o promotor deixou bem claro que não tem nada a ver o salário dela com o tratamento, o salário e pra uso pessoal dela.

A Adevir que ajuda,  mas isso promotor  deixou bem claro (sic), lá com o advogado da Prefeitura ou do Fórum, que a Adevir não é obrigada a fornecer nada e só uma ajuda, que a obrigação é da Prefeitura da cidade onde Maria Eduarda mora. Quero  agradecer  muito a João  Cordeiro,  que Deus te abençoe.

Moro no bairro Euzébio (casas populares); Maria Eduarda estuda na escola municipal Luiz Viana filho, e do bairro para a escola não tem transporte para as crianças especiais que no bairro tem mais [crianças especiais] além dela, que se deslocam a pé para a escolinha, (sic), eu estava pagando mototaxista para levar ela, mas agora as polícias estão proibindo de andar com dois passageiros na garupa da moto, (sic), e eu não vou colocar minha filha para ir sozinha, porque  estou aguardado resultado médico para comprovar que ela tem um pouco de autismo.

Minha filha também está precisando  de uma Máquina de Escrever Braille, pois as professoras estão exigindo.  Eu não tenho condições de comprar,  pois é muito caro […].  Preciso de ajuda.

A reportagem entrou em contato via WhatsApp com o prefeito Uilson Monteiro. Ele disse que iria atender Irene, e pediu que lhe procurasse. Irene falou ao CN que foi à Prefeitura nesta terça-feira (09), mas não encontrou o prefeito. Antes de ser publicado o desabafo, o CN novamente tentou ligar [duas vezes] para que o gestor desse uma posição sobre o caso, mas o telefone estava desligado ou fora de área.

Quem puder ajudar, pode ligar o telefone (74) 99958 8448.